Este blog foi montado com o intuito de retratar experiências de professores de SwáSthya Yôga que dedicam suas vidas a praticar, ensinar e difundir esta fantástica filosofia de vida.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O pújá no nosso dia a dia




Quando somos crianças a presença de heróis é uma constante em nossas vidas. Nessa fase nossa imaginação é muito fértil e nos permitimos ser quem queremos. O herói é uma representação da grandiosidade do potencial humano, no fundo sabemos que podemos ser muito mais do que aquilo que estamos manifestando no momento.

Para continuar a leitura clique AQUI


Sobre como dormir







Tal como não é aconselhado comer antes de praticar Yôga, tampouco é aconselhável fazê-lo antes de ir dormir. Tanto o acto de dormir como a prática de um relaxamento podem parecer mais passivos para um observador externo; até seria lógico pensar que são óptimos momentos para fazer a digestão. Nada mais errado. O corpo não está tão passivo como parece. Tal como um ásana é uma técnica corporal na qual se permanece sem movimento algum mas não é passiva, o relaxamento ou o simples e quotidiano acto de dormir são dois estados nos quais se produz uma intensa actividade interna, que apenas se compreende quando se a vive com consciência.

No início, tanto ao dormir quanto ao praticar yôganidrá (nome dado à técnica de descontracção), o corpo está recarregando as baterias que desgastou no desenvolvimento de outras actividades. Quanto mais o ocupamos, menos baterias poderá recarregar. Se vamos dormir com o estômago carregado de comida, com o corpo cheio de tensões musculares ou a cabeça saturada de pensamentos e emoções, o nosso piloto automático vai encarregar-se primeiro de tentar digerir todo esse excesso, e depois irá disponibilizar-se para revitalizar. É por isso que na maioria das vezes não se alcança com o sono: faz falta estar predisposto a descansar e deixar tudo o resto de lado. Algo como uma prévia limpeza.

Na prática para iniciantes, o corpo energético é purificado (através dos mantras) antes de o trabalhar (com os pránáyámas). Limpa-se o corpo físico (com kriyás) antes de o treinar (com ásanas). Seguindo o mesmo raciocínio, antes de dormir pode realizar-se uma limpeza geral. No corpo físico denso: evite a sobrecarga, comendo frugalmente, e descontraia parte por parte ao deitar-se; o corpo emocional: deixe de lado qualquer emoção que perturbe esse plano; no mental: não caia no erro de se dispersar pensando em tudo o que terá que realizar no dia seguinte. Assim preparado, poderá aproveitar melhor as horas de sono.
Facilite as tarefas do seu corpo. Deixe-o recuperar-se. Quando não se dorme bem, o estado de mau humor influencia-nos. É como se a casa onde temos de passar o dia inteiro estivesse totalmente desordenada e suja, e não pudéssemos encontrar os objectos que necessitamos nem um sítio livre para nos sentarmos. E o pior: durante esse dia, sentimo-nos incapazes de acomodar e limpar essa casa, da qual não há como sair.

Tradução: Sonia Monteiro
Foto: Anahí Flores


sexta-feira, 13 de novembro de 2009




Quem trabalha com atendimento ao público certamente sente na pele (e nos nervos) o quão difícil é agradar o cliente. As expectativas do consumidor atual são um saco sem fundo de onde saem as mais variadas exigências, deixando, muitas vezes, o fornecedor de mãos atadas.

Para continuar lendo clique AQUI


terça-feira, 22 de setembro de 2009





Por Daniel De Nardi

Os mudrás – gestos do Yôga – são a primeira ferramenta que o iniciante tem acesso dentro do ady ashtanga sádhana. Dependendo do objetivo podem ser classificados como reflexológicos, simbólicos ou magnéticos.


Para saber mais clique AQUI


sábado, 19 de setembro de 2009



Por Daniel De Nardi

Segundo o Sámkhya, filosofia especulativa naturalista que surgiu na Índia há 5000 anos, existia no início do cosmos apenas uma partícula condensada de consciência, que eles chamaram de Púrusha, que se traduz por homem.

Para continuar a leitura clique AQUI


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ZEN, essa!




Por Renata Junqueira

Eu nunca entendi por que toda vez que eu dizia ser instrutora de Yôga as pessoas me olhavam, faziam uma cara estranha, uniam as palmas das mãos e diziam – Ahh, por isso que você é meio zeeeen!
Zen, eu? Até parava para pensar alguns instantes tentando achar alguma semelhança. Mas sinceramente, nunca encontrei.

Mas então porque zen?

Para saber clique AQUI



KARMA




A lei universal de causa e efeito que os hindus chamam de karma sempre fez parte do conhecimento intrínseco do ser humano. Aqui no ocidente, este conceito é exemplificado pela famosa expressão “colherás aquilo que plantou”. E como toda ação gera uma reação, nosso destino vai sendo traçado cotidianamente de maneira bem mais previsível que imaginamos.
Se queremos mudar o rumo de algum aspecto da nossa vida, temos que antes de mais nada, conhecermos os fatores que motivam nossas ações.

Continua AQUI